Ginecomastia (aumento das mamas no homem)
O crescimento do tecido mamário no homem quase sempre tem uma explicação hormonal por trás. Entender a causa é o que orienta a conduta — e nem toda mama aumentada é ginecomastia.
- Diagnóstico por exame
- Presencial · SP e Marília
- CRM-SP 66.947

O que é ginecomastia (aumento das mamas no homem)?
Ginecomastia é o crescimento do tecido glandular da mama no homem, causado por um desequilíbrio entre estrogênio e testosterona. Pode surgir na puberdade, por uso de medicamentos, álcool, doenças do fígado ou dos rins, obesidade, hipogonadismo ou anabolizantes. O diagnóstico é clínico e laboratorial, e a conduta depende da causa identificada.
A mama masculina tem tecido glandular, ainda que pouco desenvolvido, e ele responde a hormônios. Quando a relação entre estrogênio e testosterona se desequilibra — por excesso de estrogênio, falta de testosterona ou ambos —, esse tecido pode crescer. É isso que chamamos de ginecomastia.
Nem todo aumento do volume das mamas no homem é ginecomastia. A lipomastia, muito comum em quem tem excesso de peso, é acúmulo de gordura, sem crescimento da glândula. Diferenciar as duas é um dos primeiros passos da avaliação, porque a investigação e a conduta seguem caminhos diferentes.
A ginecomastia costuma ser um sinal, não uma doença isolada: ela aponta para algo que está mexendo com os hormônios. O Dr. Mauro Formica, médico com mais de 30 anos de prática em saúde hormonal e metabólica, conduz essa investigação com atendimento presencial em São Paulo (Pinheiros) e Marília.
Sinais e sintomas
Queixas inespecíficas que valem investigação — nenhuma, isolada, fecha diagnóstico.
- Aumento de volume em uma ou nas duas mamas
- Nódulo ou disco firme sob a aréola, ao toque
- Sensibilidade, incômodo ou dor local
- Assimetria entre os dois lados
- Aumento que apareceu ou progrediu em poucos meses
- Saída de secreção pelo mamilo (menos comum, exige avaliação)
- Sinais associados de queda de testosterona (queda de libido, cansaço)
O que causa a ginecomastia?
A causa é sempre um desequilíbrio entre estrogênio e testosterona. Ele pode vir da puberdade, de medicamentos, do álcool, de doenças do fígado ou dos rins, da obesidade, do hipogonadismo ou do uso de anabolizantes. Identificar a origem é o que direciona toda a conduta.
Na puberdade, a ginecomastia é frequente e costuma refletir a oscilação hormonal típica dessa fase; na maior parte dos casos ela regride sozinha ao longo de meses, o que não dispensa a avaliação médica. Fora dela, é preciso procurar o que está deslocando o equilíbrio hormonal.
Vários medicamentos de uso comum podem favorecer o quadro, assim como o consumo de álcool e as doenças que afetam fígado e rins. A obesidade contribui por dois caminhos: acumula gordura na região (lipomastia) e favorece a conversão de testosterona em estrogênio. Já o hipogonadismo e o uso de anabolizantes reduzem a testosterona própria e desequilibram a relação hormonal.
- Puberdade — comum e costuma regredir com o tempo
- Medicamentos em uso e consumo de álcool
- Doença do fígado ou dos rins
- Obesidade (e a diferenciação com lipomastia)
- Hipogonadismo (testosterona baixa)
- Uso de anabolizantes e hormônios sem indicação
Como é feito o diagnóstico
A avaliação começa pelo exame clínico, que ajuda a separar ginecomastia de lipomastia. Em seguida vêm os exames hormonais, a revisão dos medicamentos em uso e a checagem de fígado e rins. O ultrassom das mamas é solicitado quando há dúvida ou achados que pedem melhor caracterização.
No exame clínico, o médico procura o tecido glandular sob a aréola — firme e delimitado — que diferencia a ginecomastia do acúmulo de gordura da lipomastia. O tempo de evolução, a presença de dor, a assimetria e o histórico de medicamentos, álcool e anabolizantes fazem parte dessa leitura.
Os exames complementam o quadro: dosagens hormonais, avaliação de função hepática e renal e, quando indicado, ultrassom. Achados como crescimento rápido, nódulo endurecido, secreção pelo mamilo ou aumento de um lado só pedem investigação mais detalhada. Nenhuma conduta é iniciada sem esse diagnóstico feito por avaliação médica.
- Exame clínico — glândula (ginecomastia) x gordura (lipomastia)
- Revisão de medicamentos, álcool e anabolizantes
- Exames hormonais
- Função do fígado e dos rins
- Ultrassom das mamas quando indicado
Como a ginecomastia é conduzida
A conduta trata a causa, não o volume em si. Suspender ou substituir um medicamento, reduzir o álcool, corrigir uma alteração hormonal ou cuidar do peso pode mudar o quadro. Quando o tecido já está estabelecido, o encaminhamento à cirurgia é discutido. A resposta varia conforme cada paciente.
Quando a origem é um medicamento, o álcool ou o uso de anabolizantes, a revisão desse fator — sempre com orientação médica, nunca por conta própria — costuma ser o primeiro passo. Se há hipogonadismo ou outra alteração hormonal identificada, o tratamento se dirige a ela. Nos casos ligados à obesidade e à lipomastia, o cuidado metabólico entra no centro.
Ginecomastia de longa data pode ter tecido fibrosado, que tende a responder menos a medidas clínicas; nesses casos a avaliação com a cirurgia é indicada e a decisão é individual. O Dr. Mauro Formica conduz a frente hormonal e metabólica da investigação e encaminha à cirurgia ou a outras especialidades, como a urologia, quando o caso pede.
- Tratar a causa identificada, quando possível
- Revisar medicamentos e hábitos com orientação médica
- Cuidado hormonal e metabólico conforme os exames
- Encaminhamento à cirurgia quando indicado
Segurança e cuidados
Usar hormônios, moduladores ou anabolizantes por conta própria para 'secar' a mama é inseguro e pode agravar o desequilíbrio hormonal. Também é importante lembrar que aumento de mama no homem pode, raramente, ter causas que exigem investigação. A conduta deve ser individualizada e conduzida por médico.
Substâncias vendidas em academias ou pela internet com promessa de resolver a ginecomastia atuam justamente no eixo hormonal que está desregulado — e podem piorar o quadro, além de trazerem riscos próprios. Não existe fórmula única: cada abordagem tem indicações e contraindicações que precisam ser avaliadas caso a caso.
Sinais como nódulo endurecido, crescimento rápido, aumento de um lado só ou secreção pelo mamilo merecem avaliação sem adiar, porque nem todo aumento mamário masculino é ginecomastia simples. O Dr. Mauro Formica, médico, CRM-SP 66.947, conduz a avaliação e o seguimento, com encaminhamento a outros profissionais quando necessário.

Diagnóstico primeiro, conduta depois
Nenhuma reposição é iniciada sem exames que confirmem a deficiência. A avaliação combina consulta detalhada, painel laboratorial e composição corporal — para tratar a causa certa, de forma individualizada e acompanhada.
Saúde Hormonal e Metabólica
Correção de deficiências hormonais e metabólicas diagnosticadas por exame — com avaliação aprofundada, conduta individualizada e acompanhamento contínuo.
Quando procurar avaliação médica
- Aumento de volume da mama que apareceu ou cresceu recentemente
- Nódulo firme ou endurecido sob a aréola
- Dor, sensibilidade ou aumento em apenas um lado
- Saída de secreção pelo mamilo
- Uso atual ou passado de anabolizantes ou hormônios sem prescrição
- Sintomas associados de queda de testosterona
Perguntas frequentes
Ginecomastia e lipomastia são a mesma coisa?+
Não. Na ginecomastia há crescimento do tecido glandular da mama, que ao toque forma um disco firme sob a aréola. Na lipomastia, comum em quem tem excesso de peso, o aumento é só de gordura, sem glândula. O exame clínico e, quando preciso, o ultrassom fazem essa diferenciação.
Ginecomastia da puberdade precisa de tratamento?+
Na puberdade a ginecomastia é comum e, na maioria dos casos, regride sozinha ao longo de meses. Ainda assim, vale a avaliação médica para confirmar o quadro, afastar outras causas e acompanhar a evolução. Quando persiste por muito tempo ou incomoda bastante, a conduta é reavaliada.
Anabolizante causa ginecomastia?+
O uso de anabolizantes é uma causa reconhecida. Essas substâncias suprimem a produção própria de testosterona e podem aumentar o estrogênio, desequilibrando a relação hormonal que mantém o tecido mamário estável. O histórico de uso, mesmo antigo, é sempre investigado na avaliação.
Emagrecer resolve a ginecomastia?+
Depende do que está por trás. Quando o aumento é gordura (lipomastia), a perda de peso costuma ajudar bastante. Quando há tecido glandular estabelecido, emagrecer melhora o contexto hormonal e metabólico, mas pode não resolver o volume. A resposta varia conforme cada paciente e o tempo de evolução.
Toda ginecomastia precisa de cirurgia?+
Não. Boa parte dos casos é conduzida clinicamente, tratando a causa identificada. A cirurgia é discutida quando o tecido já está fibrosado por longa evolução ou quando o quadro não responde às medidas clínicas. A indicação é individual e feita em conjunto com o cirurgião.
Quais exames o Dr. Mauro Formica costuma pedir?+
A definição é sempre individual, a partir do exame clínico. De modo geral a investigação envolve dosagens hormonais, avaliação da função do fígado e dos rins, revisão dos medicamentos em uso e, quando indicado, ultrassom das mamas. Nenhuma conduta é iniciada antes desse diagnóstico.
Onde o Dr. Mauro Formica atende?+
O atendimento é presencial, nas unidades de São Paulo (Pinheiros) e Marília. A avaliação integra as frentes hormonal e metabólica, com exames e cuidado individualizado, e inclui encaminhamento a outros profissionais — como urologia ou cirurgia — quando o caso indica.
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Conteúdo informativo e educativo — não substitui consulta, diagnóstico ou tratamento médico. Resultados variam conforme cada paciente. Toda conduta é individualizada e realizada sob avaliação médica. Dr. Mauro Formica, médico — CRM-SP 66.947.