Deficiências nutricionais
Cansaço, queda de cabelo e desânimo podem vir de carências nutricionais — confirmadas por exame e corrigidas com dose certa, não com suplemento no escuro.
- Diagnóstico por exame
- Presencial · SP e Marília
- CRM-SP 66.947

O que é deficiências nutricionais?
Deficiências nutricionais são níveis baixos de vitaminas ou minerais — como vitamina D, B12, ferro e magnésio — que podem causar cansaço, queda de cabelo, alterações de humor e outros sintomas. São confirmadas por exames de sangue e corrigidas com ajuste da alimentação e suplementação individualizada, sempre investigando a causa da carência.
Vitaminas e minerais participam de praticamente todas as funções do corpo — energia, imunidade, sangue, ossos, humor. Quando estão em falta, os sintomas costumam ser inespecíficos: cansaço, queda de cabelo, unhas fracas, desânimo, câimbras. Por serem genéricos, esses sinais precisam de exame para confirmar de qual carência se trata.
As deficiências mais comuns envolvem vitamina D, B12, ferro, ácido fólico e magnésio. Elas podem vir de alimentação inadequada, mas também de má absorção (problemas intestinais), aumento da necessidade, uso de certos medicamentos ou pouca exposição solar, no caso da vitamina D. Descobrir a causa é parte do tratamento.
Corrigir uma deficiência não é tomar suplemento por conta própria: é confirmar por exame, ajustar a dose ao que o corpo precisa e reavaliar. Doses erradas — para menos ou para mais — não ajudam e podem prejudicar. O Dr. Mauro Formica soma mais de 30 anos de prática a formação em nutrologia e medicina integrativa, com atendimento presencial em São Paulo (Pinheiros) e Marília.
Sinais e sintomas
Queixas inespecíficas que valem investigação — nenhuma, isolada, fecha diagnóstico.
- Cansaço e falta de energia
- Queda de cabelo e unhas fracas
- Desânimo e alterações de humor
- Palidez e falta de ar aos esforços (ferro baixo)
- Formigamentos ou fraqueza (B12 baixa)
- Câimbras musculares (magnésio baixo)
- Dores ósseas ou musculares (vitamina D baixa)
O que causa as deficiências nutricionais?
As causas mais comuns são alimentação inadequada, má absorção intestinal, aumento da necessidade (gestação, atividade intensa), perdas (como menstruação abundante, no caso do ferro), pouca exposição solar (vitamina D) e uso de certos medicamentos. Identificar a origem evita que a carência volte.
Nem toda deficiência vem só da alimentação. Condições que reduzem a absorção — problemas intestinais, cirurgias, uso prolongado de alguns medicamentos — podem gerar carências mesmo com dieta razoável. A B12, por exemplo, depende de fatores digestivos específicos para ser absorvida.
Situações que aumentam a necessidade (gestação, esporte intenso) ou provocam perdas (menstruação abundante, para o ferro) também levam à deficiência. No caso da vitamina D, a baixa exposição solar é um fator importante. Por isso, corrigir a carência sem entender a causa costuma ser solução temporária.
- Alimentação inadequada ou restritiva
- Má absorção intestinal
- Aumento da necessidade ou perdas
- Pouca exposição solar (vitamina D)
- Uso de certos medicamentos
Como é feito o diagnóstico
O diagnóstico é laboratorial: dosagem no sangue da vitamina ou mineral suspeito — vitamina D, B12, ferro e ferritina, ácido fólico, magnésio, entre outros. A escolha dos exames parte do histórico e dos sintomas, evitando pedir tudo sem critério, e ajuda a apontar também a causa.
A avaliação começa pela história clínica e alimentar, que orienta quais deficiências investigar. Dosar de forma dirigida é mais útil do que pedir dezenas de exames sem foco: cada resultado é interpretado junto do contexto, porque valores 'no limite' nem sempre significam a mesma coisa para todos.
Em alguns casos, os exames também ajudam a entender a causa — por exemplo, avaliar reservas de ferro (ferritina) e sinais de perda, ou investigar absorção quando há B12 baixa sem explicação. Esse cuidado garante que a correção seja eficaz e não apenas momentânea.
- Dosagem dirigida (vitamina D, B12, ferro/ferritina...)
- Escolha guiada por histórico e sintomas
- Interpretação junto do contexto clínico
- Investigação da causa quando indicado
Como as deficiências são corrigidas
A correção combina ajuste da alimentação com suplementação individualizada, na dose e pelo tempo adequados a cada caso — e sempre tratando a causa da carência. Depois, novos exames confirmam a normalização. Não é suplementar no escuro nem manter dose alta por tempo indefinido.
A alimentação é a base, mas quando há deficiência confirmada, a suplementação acelera e garante a correção. A dose é definida pelo grau da carência e pelo perfil da pessoa, e é reavaliada por exame — algumas deficiências corrigem rápido, outras exigem mais tempo.
Tão importante quanto repor é tratar a causa: sem isso, a deficiência tende a voltar. O Dr. Mauro Formica integra nutrologia e avaliação clínica para corrigir a carência, entender sua origem e acompanhar os exames até a estabilização.
Segurança e cuidados
Suplemento não é inofensivo: doses altas por conta própria — como de vitamina D, ferro ou vitamina A — podem causar toxicidade e efeitos indesejados. A suplementação segura parte de deficiência confirmada por exame, com dose e duração definidas e reavaliação.
A ideia de que 'vitamina em excesso não faz mal' é equivocada. Vitaminas lipossolúveis e minerais podem acumular e causar toxicidade; ferro em excesso, por exemplo, é prejudicial. Por isso a reposição é guiada por exame, não por marketing de suplementos.
Por envolver dose e interações, a suplementação deve ser conduzida sob avaliação. O Dr. Mauro Formica, médico, CRM-SP 66.947, define a correção com base em exames e no histórico, e acompanha até a normalização, evitando excessos e deficiências.

Diagnóstico primeiro, conduta depois
Nenhuma reposição é iniciada sem exames que confirmem a deficiência. A avaliação combina consulta detalhada, painel laboratorial e composição corporal — para tratar a causa certa, de forma individualizada e acompanhada.
Nutrologia Funcional
Investigação nutricional aprofundada e suplementação personalizada para restaurar o equilíbrio metabólico, com atendimento particular em São Paulo (Pinheiros) e Marília.
Quando procurar avaliação médica
- Cansaço persistente sem causa aparente
- Queda de cabelo, unhas fracas ou palidez
- Formigamentos, fraqueza ou câimbras frequentes
- Alimentação restritiva (vegetariana/vegana sem acompanhamento)
- Histórico de cirurgia ou problema intestinal que reduz absorção
- Exames de rotina com vitamina ou mineral baixo
Perguntas frequentes
Quais são as deficiências mais comuns?+
Vitamina D, vitamina B12, ferro (e ferritina), ácido fólico e magnésio estão entre as mais frequentes. Os sintomas costumam ser inespecíficos — cansaço, queda de cabelo, desânimo —, por isso a confirmação depende de exame de sangue dirigido.
Posso tomar suplemento por conta própria?+
Não é o ideal. Suplementar sem confirmar a deficiência pode não ajudar e, em doses altas, causar toxicidade — como com vitamina D, ferro ou vitamina A. O caminho seguro é dosar por exame, corrigir na dose certa e reavaliar, sempre investigando a causa.
Preciso fazer exames para saber se tenho carência?+
Sim. Como os sintomas são genéricos, só o exame confirma qual vitamina ou mineral está baixo. A escolha dos exames parte do histórico e dos sintomas, e o resultado é interpretado junto do contexto clínico de cada pessoa.
Em quanto tempo a deficiência corrige?+
Varia conforme a carência e a causa. Algumas normalizam em poucas semanas; outras, como reservas de ferro, exigem mais tempo. Novos exames confirmam a correção, e tratar a causa evita que a deficiência retorne.
Vegetarianos e veganos têm mais risco?+
Podem ter mais risco de algumas carências, sobretudo B12, ferro e, às vezes, vitamina D e ômega-3. Com planejamento alimentar e acompanhamento, é possível prevenir e corrigir — por isso o acompanhamento nutrológico é recomendado nesses casos.
Onde o Dr. Mauro Formica atende?+
O atendimento é presencial, nas unidades de São Paulo (Pinheiros) e Marília. A avaliação inclui histórico alimentar e exames dirigidos, com suplementação individualizada e acompanhamento até a normalização.
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Conteúdo informativo e educativo — não substitui consulta, diagnóstico ou tratamento médico. Resultados variam conforme cada paciente. Toda conduta é individualizada e realizada sob avaliação médica. Dr. Mauro Formica, médico — CRM-SP 66.947.