Colesterol alto e dislipidemia
Silencioso, mas central para o risco do coração. Avaliado por exame e no contexto do risco total — não só por um número isolado.
- Diagnóstico por exame
- Presencial · SP e Marília
- CRM-SP 66.947

O que é colesterol alto e dislipidemia?
Dislipidemia é a alteração das gorduras do sangue — colesterol LDL alto, HDL baixo ou triglicérides elevados. Costuma ser silenciosa e aumenta o risco de infarto e AVC ao longo do tempo. É avaliada por exame (perfil lipídico) e tratada conforme o risco cardiovascular total: mudança de hábitos e, quando indicado, medicação.
O colesterol é essencial ao corpo, mas em excesso — sobretudo o LDL — deposita-se nas artérias e favorece a aterosclerose, base do infarto e do AVC. Os triglicérides altos e o HDL baixo completam o quadro da dislipidemia. Tudo isso costuma ser silencioso: não dá sintomas até uma complicação.
Por isso o número do colesterol nunca é lido isoladamente. O que importa é o risco cardiovascular total de cada pessoa — que considera idade, pressão, glicose, tabagismo, histórico familiar e outros fatores. Uma mesma taxa pode exigir condutas diferentes conforme esse risco.
A avaliação define metas individuais e o melhor caminho para alcançá-las. O Dr. Mauro Formica soma mais de 30 anos de prática clínica em saúde hormonal e metabólica, com atendimento presencial em São Paulo (Pinheiros) e Marília.
Sinais e sintomas
Queixas inespecíficas que valem investigação — nenhuma, isolada, fecha diagnóstico.
- Em geral, nenhum sintoma (é silenciosa)
- Xantomas (depósitos de gordura na pele), em casos graves
- Triglicérides muito altos podem causar dor abdominal
- Sintomas surgem, em regra, só nas complicações (infarto, AVC)
- Descoberta costuma ser por exame de rotina
O que causa a dislipidemia?
As causas combinam genética com estilo de vida: alimentação rica em gordura saturada, açúcar e ultraprocessados, sedentarismo, excesso de peso e álcool. Também influenciam condições como resistência à insulina, diabetes, hipotireoidismo e alguns medicamentos.
Parte do colesterol vem da alimentação, mas grande parte é produzida pelo próprio corpo, com forte influência genética. Por isso há pessoas que, mesmo com bons hábitos, têm colesterol alto — e outras que respondem muito à mudança de estilo de vida.
Triglicérides altos, em particular, relacionam-se de perto com açúcar, álcool, excesso de peso e resistência à insulina. Identificar o que predomina em cada caso orienta o tratamento para a causa certa.
- Fatores genéticos
- Alimentação rica em gordura saturada e açúcar
- Sedentarismo e excesso de peso
- Resistência à insulina e diabetes
- Álcool e alguns medicamentos
Como é avaliada
A avaliação é feita pelo perfil lipídico (colesterol total, LDL, HDL e triglicérides), lido junto do risco cardiovascular total — idade, pressão, glicose, tabagismo e histórico. Esse conjunto define as metas de cada pessoa, que não são iguais para todos.
O exame de sangue mostra as frações do colesterol e os triglicérides. Mas o número, sozinho, diz pouco: a meta de LDL de quem já teve um infarto é bem diferente da de uma pessoa jovem e sem outros fatores de risco.
Por isso a avaliação calcula o risco cardiovascular global e considera outras condições (diabetes, pressão, tireoide). É esse contexto que define se basta ajustar hábitos ou se há indicação de medicação.
- Perfil lipídico (LDL, HDL, triglicérides)
- Cálculo do risco cardiovascular total
- Avaliação de pressão, glicose e tireoide
- Metas individualizadas
Como é tratada
O tratamento parte da mudança de hábitos — alimentação, atividade física, perda de peso, parar de fumar — que melhora o perfil lipídico e o risco geral. Quando o risco justifica, o médico associa medicação (como estatinas), sempre individualizada e acompanhada por exames.
Alimentação, atividade física e controle de peso melhoram colesterol e triglicérides e reduzem o risco cardiovascular como um todo. Para os triglicérides, reduzir açúcar e álcool costuma ter grande efeito.
Quando o risco é maior, a medicação — as estatinas são as mais estudadas — reduz eventos como infarto e AVC. A indicação depende do risco individual, não apenas da taxa, e é conduzida com acompanhamento. O Dr. Mauro Formica avalia o quadro completo antes de qualquer decisão.
Segurança e cuidados
Iniciar ou suspender medicação para colesterol por conta própria é arriscado — inclusive parar uma estatina sem avaliação. Suplementos que prometem 'baixar o colesterol' raramente têm respaldo. A conduta segura parte do risco individual e do acompanhamento por exames.
As estatinas são seguras e bem estudadas para a maioria das pessoas; efeitos colaterais existem, mas são avaliados e manejados individualmente — não são motivo para abandonar o tratamento por conta própria. Suspendê-lo sem critério pode elevar o risco cardiovascular.
Por envolver decisões sobre risco de infarto e AVC, o tratamento deve ser conduzido por médico. O Dr. Mauro Formica, médico, CRM-SP 66.947, define metas e conduta com base no risco de cada paciente e acompanha por exames.

Diagnóstico primeiro, conduta depois
Nenhuma reposição é iniciada sem exames que confirmem a deficiência. A avaliação combina consulta detalhada, painel laboratorial e composição corporal — para tratar a causa certa, de forma individualizada e acompanhada.
Saúde Hormonal e Metabólica
Correção de deficiências hormonais e metabólicas diagnosticadas por exame — com avaliação aprofundada, conduta individualizada e acompanhamento contínuo.
Quando procurar avaliação médica
- Exames de rotina com colesterol ou triglicérides alterados
- Histórico familiar de colesterol alto ou de infarto/AVC precoce
- Diabetes, pressão alta ou excesso de peso
- Tabagismo
- Vontade de conhecer e reduzir o próprio risco cardiovascular
- Dúvidas sobre iniciar, manter ou suspender uma estatina
Perguntas frequentes
Colesterol alto dá sintomas?+
Em geral, não. A dislipidemia é silenciosa e costuma ser descoberta em exames de rotina. Os sintomas, quando aparecem, já são de complicações — como infarto ou AVC. Por isso avaliar o colesterol periodicamente é importante mesmo sem qualquer queixa.
Qual o nível ideal de colesterol?+
Não existe um número único para todos. A meta, sobretudo de LDL, depende do risco cardiovascular de cada pessoa: quem já teve um evento ou tem diabetes precisa de metas mais baixas do que alguém jovem e sem fatores de risco. A avaliação define a sua.
Preciso mesmo tomar estatina?+
Depende do seu risco cardiovascular, não só da taxa. Em pessoas de maior risco, as estatinas reduzem infarto e AVC. Em risco baixo, muitas vezes a mudança de hábitos basta. A decisão é individual, feita com o médico a partir do risco global.
Dá para baixar o colesterol sem remédio?+
Em muitos casos, sim, com alimentação, atividade física, perda de peso e parar de fumar — especialmente quando o risco é baixo. Quando o risco é alto, o remédio soma-se aos hábitos. A conduta é sempre individualizada conforme a avaliação.
Triglicérides altos são perigosos?+
Sim. Triglicérides elevados aumentam o risco cardiovascular e, em níveis muito altos, podem causar pancreatite. Costumam responder bem à redução de açúcar e álcool, à perda de peso e ao controle da glicose, com ou sem medicação conforme o caso.
Onde o Dr. Mauro Formica atende?+
O atendimento é presencial, nas unidades de São Paulo (Pinheiros) e Marília. A avaliação inclui perfil lipídico, cálculo do risco cardiovascular e uma conduta individualizada, com acompanhamento por exames.
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Conteúdo informativo e educativo — não substitui consulta, diagnóstico ou tratamento médico. Resultados variam conforme cada paciente. Toda conduta é individualizada e realizada sob avaliação médica. Dr. Mauro Formica, médico — CRM-SP 66.947.